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Ecocardiografia

A Ecocardiografia é um exame muito útil no estudo do coração, dando informações importantes não só acerca da estrutura cardíaca, nomeadamente no que diz respeito às válvulas cardíacas, mas também acerca da função deste órgão.

 

Fig. 1 – Execução de uma ecocardiografia.

 

O que é a ecocardiografia?

Uma ecocardiografia é uma ecografia do coração, que permite obter uma imagem, isto é, em movimento.

Para que uma ecocardiografia tenha um valor de diagnóstico correcto, deve ser avaliada em conjunto com a história clínica do animal, exame físico e auscultação) e outros exames (ECG, radiografia ao tórax, medição da pressão arterial, etc.), e portanto não deve ser substituída pelas demais provas de diagnóstico.

Para que serve a ecocardiografia?

É um exame muito útil no estudo do coração, dando informações importantes não só acerca da estrutura cardíaca, nomeadamente no que diz respeito às válvulas cardíacas, mas também acerca da função deste órgão.

Como é realizado o exame?

A ecocardiografia é um exame de simples execução e indolor. A sonda, que se assemelha a um microfone, é então deslocada sobre o peito do animal, sendo que previamente há que espalhar sobre ele um gel, cuja função é, para além de facilitar o deslizar da sonda, permitir uma melhor transmissão dos ultra-sons.

Como resultado obtém-se uma imagem num ecrã, que muda quando se muda a posição da sonda sobre o peito, permitindo, assim, ver o coração de diferentes ângulos.

Nalguns casos são necessários outras informações, pelo que se faz uma variação do exame, variação esta que pode incluir a realização de exercício enquanto a ecocardiografia são feita (ecocardiografia de esforço) ou a administração, antes da realização do exame, de um medicamento que aumente o débito cardíaco (ecocardiografia de “stress”).
 

Quais são os riscos?

A ecocardiografia é um exame completamente seguro, do qual não são conhecidos quaisquer riscos (fig. 1)

Fig. 2
Modo B. Vista paraesternal direita, imagem em eixo longo de quatro câmaras. Doença degenerativa mixomatosa da válvula mitral.

 

Fig. 3
Modo B. Vista paraesternal direita, imagem em eixo longo de cinco câmaras com doppler da válvula mitral.